Piloto Comentado - Guida Astrologica Per Cuori Infranti

Escrito por: Tom Carvalho


Dia, mês e horário de nascimento. Lua. Sol. Ascendente. Tudo isso te soa familiar?


Astrologia e como os signos podem nos ajudar quando o assunto é relacionamentos basicamente delimitam o plot principal dessa série italiana, original Netflix, que além de trazer uma forma de comédia romântica clássica, traz o zodíaco quase como um personagem extra na trama.


Preciso confessar que se essa não for a primeira, é uma das únicas séries italianas que eu já vi na vida e acho que só de tentar acompanhar as similaridades que o italiano tem tanto com a língua portuguesa, quanto espanhol e até algumas coisas que lembram inglês já fez valer a pena ver essa meia hora que foi o episódio piloto.


Alice trabalha como produtora de um canal de TV na mesma equipe de seu ex-namorado. O episódio nos mostra a partir daí uma nova namorada do antigo affair de Alice e o anúncio de que o novo casal não só está prestes a oficializar uma relação mas que um filho está a caminho. E é aí que começa toda a frustração da protagonista. Em meio a sua crise existencial, ela encontra Tio que se revela como uma espécie de guru astrológico e passa então a guiá-la de acordo com a direção dos astros.


Esse primeiro episódio tem umas cenas bem clichês de qualquer filme romântico que você já viu na vida mas também tem umas cenas bem inusitadas e engraçadas, como Alice enviando mensagens de texto bem mal-educadas pra uma colega de trabalho, e durante os pouco mais de 30 minutos vemos uma série com o coração italiano mas com um formato familiar e eu diria que americanizado.


Eu sempre gosto de ressaltar a complexidade de séries estrangeiras porque ao mesmo tempo que temos produções originais em vários países do mundo feitas pela Netflix, vemos também que muitas das cenas, roteiros e até falas lembram muito as produções estadunidenses no final das contas. E eu senti falta de mais autenticidade italiana nesse episódio. As músicas entre as cenas, se não todas, foram a maioria de origem norte-americana também.


“Guida” é uma boa pedida para você que gosta de ver séries no horário de almoço ou enquanto faz alguma tarefa doméstica por ser uma série de temas relativamente leves e de não apresentar tramas tão complicadas. Não vejo problema algum em séries desse gênero. Não só de tramas mirabolantes e fundamentadas em temas complexos (alô, Westworld) vive o seriador.


Nota: 8.0



Guida Astrologica Per Cuori Infranti



eirubinho - 2022-01-16 11:03:05 ( 50)
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Piloto Comentado - The Unlikely Murderer

Escrito por: Matheus Henrique


The Unlikely Murderer, minissérie Sueca da Netflix, nos mostra o dia em que Olof Palme, primeiro ministro da Suécia, foi assassinado em 1986, em pleno centro de Estocolmo.


O início do episódio nos informa que nada do que será apresentado foi provado. De imediato já nos é mostrado o assassinato do primeiro ministro e seu assassino chamado Stig Engström, que trabalhava para uma seguradora próxima ao local do crime.


O roteiro e direção detalham a incapacidade, dada a época, da polícia ir atrás do assassino, se portar bem nas investigações e também a falta de responsabilidade de grande parte  deles. Depoimentos infundados e até perda de provas reforçam isso nesse piloto.


O destaque do episódio vai para o próprio Stig, que tenta de todas as formas se desviar desse assassinato, pois algumas testemunhas fizeram o retrato falado indicando alguém idêntico a ele. Para tentar desviar a atenção, ele falava com a imprensa e dizendo mentiras sobre o que realmente aconteceu, e vai tentando driblar a polícia, que infelizmente caiu, onde nem eles próprios se deram o trabalho de interrogá-lo.


A minissérie se trata de um fato, porém até hoje ninguém sabe o que de fato aconteceu naquele dia. Inclusive a Netflix está sendo processada por claramente mostrar que foi Stig que matou o primeiro ministro, porém diz no começo e final do episódio que "é uma obra de ficção e que até o momento ninguém sabe quem o matou."


Certamente poucas pessoas sabem desse caso e até mesmo que a Netflix fez uma minissérie sobre ele, porém vale a pena assistir pois você fica intrigado com tudo que acontece e com a burrice/esperteza do "assassino" tentar tirar o dele da reta, mesmo com tantas testemunhas.


Nota: 8.0



The Unlikely Murderer



Matheus Henrique - 2022-01-12 19:23:03 ( 145)
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Piloto Comentado - Yellowjackets

Escrito por: Tom Carvalho


No ano de 1954, era lançado Lord of the flies, (Senhor das Moscas), um livro que além de muito premiado, influenciou a cultura pop não somente na época mas anos depois por meio de uma versão cinematográfica lançada em 1990. Na história, um grupo de crianças tenta sobreviver após uma queda de avião e devem aprender a conviver uns com os outros. O que chama atenção tanto na obra literária quanto audiovisual são as questões éticas abordadas. A obra gerou tanta comoção que até mesmo Charlie Parsons, produtor de tv britânico, se inspirou na obra (e em outros aspectos de sua própria vida) para criar um dos reality shows mais bem sucedidos da história: Survivor (no Brasil, No Limite) e deslanchar sua carreira


Pois bem. A nova menção a “Lord of the Flies” em 2021 veio por meio do lançamento de uma série que trocou crianças por adultos e meninos por mulheres adolescentes e adultas. Yellowjackets tem um piloto que me causou estranhamento e um pouco de desconforto. Acho que a melhor forma para descrever seria dizer que tem um tom de filme de terror que nao chega aos climaxes de susto e sangue que estamos acostumados além de se mostrar como um drama mas que não nos entrega muita profundidade com relação aos personagens e muito menos com onde se quer chegar com o que vimos no piloto de basicamente uma hora de duração. Me lembrou de vários filmes que me frustraram e que pareciam que iam entregar alguma coisa boa mas só prepararam o terreno e de fato não trouxeram nada de significativo.


Pelo menos no elenco o Showtime investiu bem. Os grandes nomes são Christina Ricci, Juliette Lewis e Melanie Lynskey (da maravilhosa Togetherness que eu nunca esquecerei), que estampam muito bem as fotos de divulgação e vídeos promocionais da série. O hype se manteve após, de fato, assistir ao piloto? Não vou julgar toda a temporada mas pelo menos nesse episódio de abertura eu achei um pouco de desperdício de talento dessas estrelas.


As boas notícias ficam a cargo da trilha sonora e do visual retrô que ajuda a dar uma fugida da mesmice. No decorrer do episódio acompanhamos timelines diferentes onde pouco a pouco nos é mostrado um pouco mais das personagens tanto no passado quanto no presente. Ou talvez seja o futuro? Não tenho 100% de certeza.


Para quem gosta de séries que lembram outras séries, acho que essa seria uma boa. Eles trazem vários clichês de séries adolescentes, com um misto de terror, com um toque de Desperate Housewives, dai vao pra Pretty Little Liars de novo, nos dão uma cena de avião ao melhor estilo "Premonição" e daí voltam pro arroz com feijão de séries com personagens misteriosos que vão tendo seus passados revelados pouco a pouco.


O que a série entregou: uma série de recortes do que os produtores entenderam como algo que ia chocar o telespectador e que no final das contas gerou um episódio raso e cheio de recursos que apelam para um constrangimento e desconforto em quem assiste.


O que não veio aí: Coesão talvez seria a palavra. Me deu a impressão de que muita coisa poderia ter sido diferente. Mesmo com problemas, eu acredito que a série vai encontrar sua audiência. E o Showtime tem um histórico de renovações e cancelamentos polêmicos então não espero menos dessa nova série.


Nota: 7.0



Yellowjackets



Matheus Henrique - 2022-01-05 11:23:03 ( 394)
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Piloto Comentado - The Book of Boba Fett

Escrito por: Pedro Rubens


Investir em produzir algo novo sobre uma saga já consolidada é entrar em um campo minado. Star Wars é um ótimo exemplo de que sempre haverá uma parte da galáxia a ser explorada, vimos isso nas séries animadas, em The Mandalorian e até nos livros que também fazem parte do cânone.


The Book Of Boba Fett, nova adaptação do Disney + sobre o universo expandido de Star Wars, nos apresenta basicamente um diário de bordo. Aqui acompanhamos a história de Boba Fett após assumir o trono de Jabba, O Hutt, e comandando o submundo em Tatooine.


Apresentado inicialmente nos filmes originais da saga e posteriormente na trilogia prequel, Boba Fett não é dos personagens mais lembrados. Obviamente ele está sempre no imaginário do público, mas a falta de ênfase no personagem fez com que ele caísse no limbo de ser apenas mais um coadjuvante.


A mais recente aparição do Caçador de Recompensas se deu na segunda temporada de The Mandalorian, junto com Fennec Shand. A partir daí, as portas se abriram e finalmente o personagem ganhou uma série solo onde teria toda atenção. Ou pelo menos era o que nós esperávamos…


O piloto nos apresenta uma história estranha, com flashbacks que aqui são chamados de “sonhos”, mas que infelizmente não funcionam. Mesclando com o passado, vemos os dias atuais nos quais o personagem já está estabelecido em Tatooine.


Se a ideia da Disney era mostrar o que aconteceu com o personagem enquanto ainda era um escravo e vivia entre os Povos da Areia, que fizesse um episódio especificamente para isso. A condução poderia prosseguir até o exato momento em que termina The Mandalorian: Boba Fett finalmente sentado no trono de Jabba, O Hutt. Pronto! Todo mundo feliz e um episódio satisfatório!


Não bastasse a quantidade de “sonhos” (lê-se flashbacks)  em todas as vezes que o personagem precisava se banhar no tanque de bacta, ainda temos as cenas de luta que também integram a lista de coisas que são fraquíssimas. Por mais que eu entenda que Star Wars mostrava basicamente lutas de sabres de luz, aqui vemos outro tipo de confronto mas que por vezes não se assemelha com o padrão já visto no cânone. Se essa é uma tentativa de criar algo independente do original, então tudo bem…


Mas calma, nem tudo está perdido! The Book Of Boba Fett não se apega ao saudosismo, ao clima nostálgico que as produções lançadas nesse fim de 2021 estão abraçando, vide Spider-Man No Way Home e The Matrix Ressurections. Pelo contrário, a nostalgia aqui não é fundamento para nada. Se todas as produções de Star Wars nos mostravam o que os personagens eram, o que faziam e onde estavam, deixando aquele quentinho no coração, aqui vemos em detalhes como fazem. A sociedade Tatooiniense (acabei de criar!) é escancarada e vemos com detalhes a vida daquele povo. Isso é lindo demais de ver!


E esse ponto é o brilhante acerto da série, que não se apoia unicamente no arco de um personagem inserindo-o em um lugar. A produção faz do local um personagem, dos mais importantes por sinal, e dá vida e voz ao planeta que é cercado pelos dois sóis.


Confesso que esperei mais de The Book of Boba Fett, mas só em ser uma série que não se fundamenta em criar o efeito nostálgico no público já vale a pena assistir. Inclusive, há uma galáxia enorme esperando para ser propagada e um Caçador de Recompensas que poderá nos apresentá-la com muita maestria.


Nota: 8.0



The Book of Boba Fett



Matheus Henrique - 2021-12-29 20:13:03 ( 610)
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Piloto Comentado - Around the World in 80 Days

Escrito por: Pedro Rubens


Recentemente reparei em algumas discussões no Twitter em que grande parte das pessoas acha desnecessário elencar o conteúdo político das produções. Mas pare para pensar rapidamente e perceba que tudo o que é produzido possui uma parcela, por menor que seja, daquele que a constrói. E isso implica em envolver o aspecto político…


Around The World In 80 Days, adaptação da consagrada obra de Júlio Verne, e conta a história de Phileas Fogg, um cavalheiro britânico que decide fazer uma arriscada aposta com os membros do Reform Club de Londres: circunavegar a Terra em apenas 80 dias. Junto com ele embarcam nessa jornada seu valete Passepartout e a jornalista Abigail Fix.


Confesso que desde o anúncio da série já senti vontade de assistir pelo elenco, que é sabiamente escolhido, brilhantemente alocado em cada personagem de tal forma que se complementam. Por outro lado, senti vontade de assistir porque sempre tive interesse em ler a obra original e até hoje não o fiz, perdão, amigos, mas um dia lerei!


Visualmente a série é linda, muito bem ambientada e consegue transportar o espectador para aquele exato momento onde as coisas estão acontecendo. Seja no momento da aposta e todo o interesse político aflorado do Reform Club de Londres ou no momento da visita presidencial: você se sente no local, a série te insere naquele meio e você é um nativo.


Por falar em questões políticas, a série é muito perspicaz ao entregar um roteiro que aborda essas questões sem abusar dos exageros e sem tampouco querer empurrar “goela abaixo” o que é certo ou errado. A sutileza com que Around The World In 80 Days trata de questões sociais, políticas e pessoais é encantadora!


Mas o que mais me chamou atenção foi a maneira como a série nos desperta para algo maior. O arco de Philadelphia Fogg e seus companheiros de aventura reflete muito sobre a nossa narrativa e o constante desejo de deixar nosso nome na história, marcar o mundo e mostrar que fizemos algo de relevante.


Constantemente a produção evidencia isso e faz questão de intensificar a importância das pessoas, seja em vida ou após suas partidas. No final das contas só queremos mostrar que viemos ao mundo com um propósito maior e que por ele vivemos!


Around The World In 80 Days foi muito além de tudo o que eu imaginei e me trouxe uma história encantadora através de uma produção brilhante. Mas acima de tudo isso, me trouxe a certeza de que há algo maior para todos nós, há um propósito para o qual nascemos e que em algum momento da história, seja em vida ou não, nosso nome será sempre lembrado!


Nota: 9.0



Around the World in 80 Days



Matheus Henrique - 2021-12-28 15:23:03 ( 785)
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Piloto Comentado - Passaporte para a Liberdade

Escrito por: Pedro Rubens


Já tornou-se habitual ouvir de inúmeras pessoas que a produção nacional não é boa. As frases “Os filmes brasileiros não prestam” e “As séries nacionais não são boas” já foram adotadas de vez no dialeto do público interno, que prefere na maioria das vezes assistir produções estrangeiras ao invés de consumir o produto nacional. Mas e quando o país decide encarnar uma produção nacional em outro idioma e contando uma história que se passa majoritariamente em outro país?


Passaporte para a Liberdade, nova série da Globo e a primeira filmada totalmente em inglês, segue a história de Aracy de Carvalho, uma jovem escriturária do Consulado Brasileiro em Hamburgo, Alemanha. Secretamente emitiu diversos passaportes, enviando judeus para o Brasil e salvando-os dos horrores dos campos de concentração.


Curiosamente, uma história tão inspiradora e linda como a de Aracy é tão pouco difundida nas escolas e confesso que me surpreendi e alegrei-me por conhecer essa mulher que motiva qualquer pessoa na busca pela justiça e pela ajuda ao próximo. Com certeza escolher adaptar essa brilhante personalidade brasileira foi um grande acerto da Globo.


Seguindo na lista de acertos, Passaporte para a Liberdade é extremamente bem ambientada. A aura dolorosa da Alemanha nazista se faz presente através dos estandartes com a suástica, enquanto a caracterização dos personagens oprime e evoca o que havia de pior naquele povo durante aquele período dolorosamente marcante.


O piloto cumpre muito bem seu papel de introduzir o contexto em que a protagonista se encontra, seja pela visita do próprio líder nazista ou pelos judeus que a procuravam na tentativa da liberdade. Esse ponto é algo que a série não deixa a desejar em absolutamente nada: o piloto sabe ser um piloto.


Mas, infelizmente, a série possui mais erros do que acertos. Decidir contar uma história muito boa e ambientar perfeitamente bem não é o suficiente para sustentar um roteiro simples, que parece não saber se aprofundar na história da protagonista.


As atuações são caricatas e sugerem uma produção de época, daquelas que a Rede Globo produz para exibir no horário das 18h. Atrelado a isso, tem o agravante que é o idioma… Os atores precisam consolidar atuação e a adaptação de falar um idioma diferente do seu com o máximo de naturalidade possível e nesse ponto vale a pena o destaque para Tarcísio Filho que fala como um nativo, enquanto os outros não escondem as dificuldades de falar organicamente o inglês.


A decisão de produzir algo como sendo a obra nacional, mas em outro idioma talvez tenha ocasionado o senso “americanizado” na série, que não sabe se é brasileira, estadunidense ou alemã. Existe uma enorme confusão, parece água e óleo.


Passaporte para a Liberdade tinha tudo para ser uma ótima produção, desde a decisão da história contada até o elenco que daria vida aos personagens. Mas abrindo mão de fazer o que sabe de melhor, ser brasileiro, opta por vestir a carapuça de uma dupla, ou tripla, nacionalidade e não chega a lugar nenhum. A única vantagem de tudo isso é que pelo menos assim teremos a intenção de procurar quem foi Aracy de Carvalho e tudo o que essa grande mulher fez por tantas pessoas!


Nota: 5.5



Passaporte para Liberdade



eirubinho - 2021-12-24 16:03:03 ( 703)
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Piloto Comentado - Day Of The Dead

Escrito por: Matheus Henrique


Filmes e jogos de zumbis sempre foram muito famosos. Após The Walking Dead, muitos canais tentaram ter a sua própria série de zumbi, algumas deram certo como Z Nation, no próprio SyFy, e Kingdom, da Netflix. O canal SyFy, ciente da legião de fãs desse estilo, aposta mais uma vez em zumbis nos apresentando Day Of The Dead.


A série é um remake do filme de mesmo nome de 1985, de George A. Romero, e nos apresenta uma cidade pacata do interior onde tudo é tranquilo, até que começa a onda de ataque dos zumbis. Diferente de The Walking Dead, por exemplo, a série já dá indícios do motivo daquilo estar acontecendo na cidade.


E eu já digo logo que o piloto é ruim, ruim mesmo, mas é tão ruim que fica bom. Você ficará entretido do começo ao fim se  gostar de zumbis e também de séries trash. Um grande destaque do episódio é um rapaz em um cemitério com vários zumbis saindo do chão, com apenas duas opções: correr ou pegar o carro de cortar gramas. E adivinha qual ele escolhe? Sim, o carro. E ainda tem aquela jorração de sangue de zumbis que já estavam enterrados faz tempo... 


No episódio também são apresentados alguns personagens que veremos ao longo da série, mas que claramente nenhum deles está a salvo, e qualquer um pode morrer. Assim as coisas ficam mais interessantes e já te deixam preparado para não se apegar a ninguém.


O piloto tem bastante ação, muitos zumbis, e você vai rir bastante, mas a atuação e a história em si deixam a desejar, porém é um bom entretenimento se você gosta do estilo de série e quer rir um pouquinho. 


Nota: 4.0



Day Of The Dead



Matheus Henrique - 2021-12-23 13:13:03 ( 669)
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Que maldade dar nota 4 para o piloto ou para a temporada, eu particularmente gostei! Claro que o clichê é o mesmo das outras séries: o mundo já devastado por zumbis e as pessoas ainda não sabendo como lidar com a situação, nesta serie eles ainda não sabem que só se mata um zumbi atirando no cérebro, por isso desperdiça-se muita munição e os personagens perdem a vida por não saber como se defenderem... Mas a série tenta de alguma buscar o "elemento zero" de onde possa ter surgido o vírus devastador (vide cenas da caverna) e também busca saber se ainda resta consciência humana após a zumbificação (vide McDermott) e a possível cura como já explorado em Z Nation... (aliás, acho que o Universo TWD vai explorar essa temática de zumbis inteligentes, super ativos e quase imortais mostrados em Z Nation e Soldados ou Zumbis).
Claro que reconheço a fraca atuação dos atores/atrizes envolvidos na trama, mas na minha opinião a série merece nota 7 tendendo a melhorar, porque acho que Syfy tem potencial para fazer programas com melhor qualidade.

2021-12-26 11:55:09Denunciar spoilerDenunciar Abuso*
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Foi a nota do piloto, apenas. A série pode ser desenvolvida bem, mesmo com as atuações ruins. O caso do talvez descobrimento de onde veio é um fator legal mesmo.

2021-12-27 09:32:06Denunciar spoilerDenunciar Abuso*
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Piloto Comentado - With Love

Escrito por: Tom Carvalho


Somente nos Estados Unidos, quase 20% da população, o que corresponde a mais de 62 milhões de pessoas, é classificada como hispanica/latina. Analisando a situação um pouco mais de perto é meio inevitável uma espécie de questionamento se brasileiros enquadram-se como latinos ou não nessa estimativa. E daí se tem alguns fatos que podem ser confusos. Latinos, como o nome mesmo já dá a entender, são pessoas que de fato são nascidas em países da América Latina ou com que possuem alguma ligação com esses mesmo países. Hispânicos são pessoas latinas ou não, que tem o espanhol como língua nativa ou como segunda língua e que de alguma forma têm em suas vivências alguma ligação com uma cultura além das fronteiras norte-americanas.


With Love traz uma história carregada de latinidade mas num contexto totalmente estadunidense. Mas seriam brasileiros latinos também? A cultura pode não ser exatamente a mesma, mas depois desse episódio , quem discorda pode até repensar um pouco sobre em que categoria nós brasileiros nos encaixamos. Esse piloto me fez ver muitas coisas que fazem parte da minha experiência como brasileiro e também uma variedade de hábitos e tradições que apesar de diferentes, se assemelham muito com os nossos.


Para quem gosta de romance, tem. Para quem gosta de representatividade, também tem. E tudo com um tom tão sensível e que dá para sentir e se identificar tanto, que só Gloria Calderón Kellett sabe fazer. Para quem viu One Day at a Time sabe da sensibilidade que a série abordava temas seríssimos e de certa forma a mesma essência pode ser vista nesse novo lançamento do Prime Video. Diferente de um episódio de comédia, With Love parte para um lado mais dramático mas que não perde momentos que geram boas risadas. Para quem ama um personagem de “abuela” (avó), pode esperar por uma das boas.


Com relação ao elenco, não dá para não falar do conjunto da obra. Rostos novos e outros bem conhecidos formam o time que traz a ideia da série para a tela. Mark Indelicato (Justin, de Ugly Betty), Vincent Rodriguez (o Josh de Crazy Ex-Girlfriend), Isis King (a primeira candidata trans dos ciclos 11 e 17 de America’s Next Top Model) ganharam um bom espaço nesse piloto, o que deu orgulho de ver pois acredito que eles merecem papéis de destaque. Ah, e pros fãs de ODAAT, tem o Todd Grinell, que interpretava o Schneider.


Nos 45 minutos de episódio, teve de tudo um pouco. Deu pra rir, chorar, se emocionar e o principal…se animar pro decorrer dessa série que já teve os 5 episódios da primeira temporada liberados.


O que a série entregou: um piloto que trouxe o melhor de cada personagem e que soube introduzir a cultura latina de uma forma muito doce e engraçada. Teve muita emoção. Sabe aquela série que te faz sentir melhor depois de assistir? Então.


O que não veio ai: Eu me animei com a notícia de que a série iria acontecer antes mesmo de ver qualquer imagem ou teaser/trailer. A única surpresa que eu tive depois de terminar o episódio piloto foi que a série é na verdade melhor do que eu esperava.


Nota: 9,0



With Love



Matheus Henrique - 2021-12-22 17:43:04 ( 727)
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Piloto Comentado - Grand Crew

Escrito por Tom Carvalho


Se você é um fã de séries informado deve ter percebido um notável crescimento em produções “urbanas” na televisão. De cabeça, eu posso destacar Insecure, I May Destroy You, Power, Run the World, Wu-Tang, e eu até colocaria na lista Lovecraft Country. O termo “urban”, (traduzido para o portugues de uma forma muito simplista como “urbano”) surgiu na decada de 70 como uma forma de classificar e criar um gênero específico para o que na época parecia inapropriado ser chamado de “black” (negro/preto) e não demorou para tornar-se uma divisão de destaque pra TV, filmes, marcas dos mais variados produtos e ferramenta de medida da cultura pop em geral. Com o tempo, o "gênero" explorou diversos segmentos e mesmo em 2021 ainda pode ser visto com o mesmo tratamento recebido há 50 anos.


Grand Crew poderia ser classificada como urban considerando o uso arcaico do termo. O que ficou em destaque para mim com o piloto foi uma forma de explorar meio que uma quebra desse termo com o intuito de quebrar a divisão entre uma série de comédia urban para uma série de comédia “regular” vista na TV. Fica bem claro que os personagens foram escritos pra destacar diferentes estilos de vida, ideias e trajetórias mas que no fim das contas, mostram a diversidade com que (como qualquer outra raça), homens e mulheres negros podem representar. Tem o que chora, o que é engajado em causas sociais, tem os clichês, etc. 


O piloto é bem didático e explora brevemente a vida de cada um dos personagens e o faz de forma bem sincera e natural. Não causa estranhamento. Os personagens são retratados como são e não ganham características de pessoas brancas. A diversidade em produções da TV ou do cinema pregam algumas peças no espectador e fiquei satisfeito em ver que isso não aconteceu no primeiro episódio. Quem aí lembra do Carlton Banks em Um Maluco no Pedaço? Acho que representa bem uma forma de colocar um ator negro interpretando um personagem basicamente branco nas suas falas e acoes, recurso utilizado por anos e anos numa forma de trazer diversidade às telas. Seria uma ferramenta de não chocar o público com a forma como que negros falam, se comportam e são representados na ficção. Graças a uma nova geração de roteiristas, muitos deles escrevendo seus próprios projetos e não dependendo de produtoras encabeçadas por executivos retrógrados, temos visto cada vez mais uma representação realista e palpável comparada ao que a gente vê na rua, nas nossas rodas de amigos e em situações em que vivemos com pessoas de cor. Grand Crew está aí para reforçar a mudança.


Acho que a série tem potencial pra melhorar e acho importante dar um tempo para o time de roteiristas e até o próprio elenco achar o “tom” que vai levar a série para um nível de qualidade maior. Por isso, mesmo com um piloto mediano, eu ainda recomendo assistir.


O que a série entregou: eu ri em alguns momentos e a série traz uns momentos meio “Todo Mundo Odeia o Chris” onde os personagens imaginam situações engraçadas que são apresentadas pro telespectador. Acho que deu pra se identificar com umas situações do episódio também.


O que não veio ai: como eu citei acima, eu acho que ainda leva um tempo para a série “dar liga”. Um feedback da audiência deve dar uma melhorada no rumo da série em breve.


Nota: 8,0



Grand Crew



Matheus Henrique - 2021-12-21 15:43:03 ( 724)
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Piloto Comentado - Landscapers

Escrito por: Pedro Rubens


Eu não sou o maior fã de produções baseadas em fatos reais. Por mais que a obra seja bem adaptada, bem dirigida, atuações que mais se parecem clones dos personagens reais, ainda assim, fico com o pé atrás. Talvez isso se dê porque grande parte dessas adaptações abordam questões pesadas e isso me faz ter ainda mais medo dos seres humanos e daquilo que eles são capazes de fazer.


Landscapers, nova série original HBO, nos conta a história real do casal Susan e Christopher Edwards, Acompanhando a vida dos protagonistas enquanto vivem na França escondendo um segredo obscuro. A partir de uma ligação, a vida do casal se encontra diante de uma cama de gato, obrigando-os a encarar os fantasmas do passado e enfrentar suas consequências.


Confesso que não me lembro da história real que teve seu desfecho em 2013, mas através do primeiro episódio é possível perceber a riqueza de detalhes que a produção abraçou durante toda a temporada. É lindo perceber como a arte imita a vida, e vice-versa, através de cenas que se intercalam, por exemplo, iniciando e finalizando o episódio com cenas dos bastidores, câmeras se posicionando, a direção dando a ordem e imediatamente a “chuva” caindo, bem como os gritos de “Ação!”.


Esse é um aspecto que transborda durante todo o episódio, inclusive se faz presente durante transições onde e-mails são trocados e o destinatário vislumbra perfeitamente o remetente enviando-lhe aquelas palavras.


Além disso, Landscapers parece querer conjugar a adaptação com uma sobreposição de takes do filme Matar ou Morrer (1952), dado que a protagonista é apaixonada pelo ator Gary Cooper e tudo do qual ele participa. O ritmo da série provém bastante disso e você consegue perceber claramente as referências e a forma como os filmes ditam a narração dos fatos.


Por falar em protagonista, durante todo o episódio a série transborda com as atuações de Olivia Colman e David Thewlis que de forma maestral, magnífica, brilhante (e todos os demais adjetivos possíveis e imagináveis) conseguem traduzir perfeitamente bem a angústia e o amor de um casal controverso. O Emmy vem!


Mas Landscapers tem uma grande ressalva: não espere nesse primeiro episódio cenas de ação, uma série agitada e que lhe proporcione “tiro, porrada e bomba”. Isso passa bem longe do piloto e, talvez, até da temporada! Mas é na singeleza das cenas, na profundidade dos personagens, na grandiosidade das atuações, no perfeccionismo da direção que está a beleza da série.


Durante quase 1 hora de episódio nos vemos completamente submersos naquela história, que por vezes pode até soar como caricata dado o estilo de vida dos protagonistas, mas que entrega uma extensa carga emocional e cativa logo no primeiro momento.


Nunca julgue um livro pela capa, mas eu julguei que Landscapers seria uma ótima série simplesmente pelo pôster e apostei todas as minhas fichas. Fico feliz por não ter perdido a aposta, afinal ganhei uma série que com certeza vai ser uma grande aula de como produzir um show e entregar direção, atuação, roteiro, trilha sonora, fotografia e todo o mais, em medidas perfeitamente equilibradas.


Nota: 8.5



Landscapers



eirubinho - 2021-12-20 14:53:03 ( 744)
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