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O que mais me tocou neste episódio foi, novamente, a forma como ele gira em torno da família. Há a dor dilacerante de uma mãe por sua filha, refletida em Lyta. O vínculo entre irmãos, como vemos em Sonho e Morte, e também em Cluracan e Nuala, que, de certa forma, encontraram uma nova família entre os habitantes do Sonhar. São esses laços, de sangue, de afeto, de pertencimento, que movem a narrativa e, inclusive, que desencadeiam o confronto que vemos com Sonho e seu reino. É um tema poderoso, que fala diretamente à nossa humanidade, e que, na minha opinião, foi bem apresentado no geral, ainda que tivesse potencial para ser ainda mais profundo.
Morpheus está realmente morto, então? É assim que termina? Seria ele, o rei, que iria abandonar seu reino?
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