Exibido em: 11-Dez-2025
| Ultima edição: juan | Editar minissinopse |
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Triste ver que pouca coisa mudou no Brasil nesses 49 anos.
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fiquei com um mal estar o episódio inteiro. e esse mal estar é um sentimento: impotência.
é devastador pensar em como essa série, quase 50 anos depois do ocorrido, é completamente necessária e atual.
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Sem dúvidas, Marjorie é um furacão da atuação. Que artista incrível!
Antônio Fagundes não deixou por menos, também. O homem é um monstro como ator. Incrível! Parabéns ao Andrucha por essa obra tão atual, onde mulheres ainda são mortas pela covardia de homens pequenos, sem honra, sem culhões. Homens fracos e vis que acham que mulheres são propriedades, submissas a eles. Angela foi uma mulher livre. Feliz. Realizada. Angela foi corajosa por ser ela mesma numa época que ainda está enraizada na sociedade e que eu torço todos os dias pra que não volte.
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A Marjorie meio que carregou a série, apesar do elenco todo ser muito bom. O roteiro é meio bobinho nos diálogos expositivos. Essa série ser lançada justo agora com essa onda de feminicidios horríveis é uma coincidência muito triste
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Esse final.. depois dessa semana difícil.. das manifestações.. do debate sobre feminicidio..
Chorei de tristeza pq ainda existirao tantas Angelas sendo agredidas e culpadas pelos erros dos homens.. ainda hoje vemos mulheres defendendo o agressor da Luana Piovani.. MULHERES.. é desesperador.. eu não consigo ter esperança.
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